A próxima fronteira da segurança digital é também ambiental

A próxima fronteira da segurança digital é também ambiental

Fortinet alia eficiência energética e segurança digital, reduzindo consumo e emissões sem comprometer proteção cibernética e sustentabilidade tecnológica

A Agência Internacional de Energia (IEA) projeta que, até 2026, o consumo de eletricidade de infraestruturas de TI e serviços de inteligência artificial poderá chegar a algo entre 550 e 1.000 TWh por ano — o dobro do volume atual.

Esse número ajuda a dimensionar o desafio que se coloca para empresas e governos, especialmente, diante da crescente dependência de soluções digitais para operar negócios, automatizar processos e proteger ambientes críticos.

No segmento de cibersegurança, esse movimento é igualmente observado. À medida que ataques se sofisticam, ampliam-se também as necessidades computacionais de cibersegurança para prevenção, detecção e mitigação de impactos.

Proteger significa processar trilhões de eventos por dia, analisar padrões complexos e operar redes distribuídas, dessa forma, a inovação acaba sendo outro fator na questão energia. E o que se impõe não é se devemos fortalecer a segurança – isso é inegociável – mas como fazê-lo com responsabilidade e eficiência.

Esse diagnóstico leva as empresas de tecnologia, incluindo a Fortinet, a reavaliar constantemente suas cadeias de valor. Em nosso caso, o mapeamento que realizamos indica que 99% das emissões estão relacionadas ao uso dos produtos pelos clientes. Ou seja, o impacto ambiental ocorre majoritariamente no momento em que nossas soluções desempenham o seu propósito que é a proteção. Nesse sentido, nossa missão torna-se a busca pelo maior patamar de eficiência das tecnologias que sustentam a segurança digital.

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