Segurança digital nos bancos: riscos e como se proteger

Segurança digital nos bancos: riscos e como se proteger

A tecnologia transformou o setor financeiro, trazendo mais agilidade, inovação e experiências centradas no cliente.

Mas, junto com essas oportunidades, surgem novos desafios de segurança digital, que exigem atenção constante das instituições.

“Para uma instituição financeira, a segurança digital não é um centro de custo ou um freio à inovação. É a base da confiança do cliente e a garantia da sustentabilidade do negócio”, reforça João Silva, CTO da Somapay.

Principais riscos e como mitigá-los:

APIs: conectam clientes, parceiros e serviços internos. Mitigação: autenticação robusta, API Gateway, rate limiting e validação de dados.

Nuvem: configurações incorretas podem expor dados sensíveis. Mitigação: CSPM e Infraestrutura como Código (IaC) para monitoramento contínuo.

Código aberto: vulnerabilidades em bibliotecas externas podem criar brechas. Mitigação: escaneamento contínuo (SCA) e aplicação rápida de patches.

Fator humano: phishing e vazamento de credenciais continuam sendo críticos. Mitigação: MFA obrigatória, treinamentos e cofres de senhas.

Cultura organizacional: mover-se rápido sem segurança integrada acumula riscos. Mitigação: DevSecOps e responsabilidade compartilhada.

Segurança é a base da confiança do cliente e da sustentabilidade do negócio.

 

Integração da segurança física e digital

Bancos modernos combinam sistemas de controle físico (biometria, crachás) com segurança digital. Isso permite: controle de acesso restrito e MFA obrigatória; proteção de endpoints com EDR e whitelisting; segmentação de redes, firewalls modernos e Wi-Fi seguro; proteção de dados com DLP e criptografia; monitoramento centralizado (SIEM) e resposta rápida a incidentes.

Essa integração cria uma defesa única, inteligente e proativa, onde confiança é o ativo mais valioso.

 

Preparação para ameaças impulsionadas por IA

Ataques com IA estão mais rápidos e sofisticados: phishing perfeito, malwares que se adaptam e deepfakes. A defesa precisa evoluir:

Ferramentas de análise comportamental (UEBA) e EDRs detectam desvios em tempo real;

Processos robustos, como confirmações de transações, aumentam a proteção;

Simulações periódicas ajudam a encontrar vulnerabilidades antes dos invasores.

A segurança digital moderna é inteligente, adaptativa e essencial para proteger clientes e negócios.

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