Tendências para o mercado de segurança eletrônica no Brasil em 2026
Tendências para o mercado de segurança eletrônica no Brasil em 2026
O mercado de segurança eletrônica no Brasil consolida-se como um dos mais dinâmicos da América Latina.
O mercado de segurança eletrônica no Brasil consolida-se como um dos mais dinâmicos da América Latina, projetado para alcançar um faturamento superior a R$ 18 bilhões em 2026, impulsionado por um crescimento anual composto (CAGR) de cerca de 12% a partir dos R$ 14 bilhões registrados em 2024.
Esse avanço reflete não apenas o aumento da criminalidade urbana e a expansão do e-commerce, mas também a priorização de investimentos: 78% das empresas brasileiras planejam elevar os aportes em soluções de proteção em 2025, tendência que se estenderá ao próximo ano com foco em tecnologias híbridas que integram segurança física e cibernética.
No contexto regional, o setor na América Latina deve crescer a um ritmo de 6,5% ao ano até 2027, com o Brasil liderando em adoção de inovações como IA e IoT, que respondem por 20% do impulso global do mercado. Para 2026, as projeções indicam uma maturidade maior, com redução de custos operacionais em até 25% via automação e uma geração estimada de 120 mil empregos qualificados, alinhados à agenda ESG e à conformidade com a LGPD.
“A IA continua como protagonista, evoluindo para análises preditivas avançadas que processam dados em tempo real de câmeras e sensores para antecipar ameaças. Em 2026, espera-se que 50% das implantações corporativas incorporem algoritmos de machine learning para detecção de anomalias comportamentais, reduzindo falsos positivos em 60% e otimizando equipes de monitoramento”, avalia o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Veolink Renato da Silva Pereira.
No Brasil, essa tendência ganha tração em verticais como logística e varejo, com soluções de reconhecimento facial e leitura de placas integradas a plataformas de nuvem, impulsionando um submercado de IA em segurança que crescerá 25% anualmente.
Integração IoT e Ecossistemas Híbridos
A convergência de dispositivos IoT — como sensores, alarmes e fechaduras inteligentes — com sistemas de controle de acesso formará ecossistemas unificados, acessíveis via apps móveis. Para 2026, modelos híbridos (nuvem e on-premise) dominarão 70% das instalações, facilitando o monitoramento remoto e respostas automatizadas. Essa integração, aliada à cibersegurança reforçada com criptografia e firewalls, atende à demanda por proteção contra invasões híbridas, especialmente em data centers e indústrias, onde o mercado de IoT para segurança deve expandir 18% no país.
O controle de acesso biométrico sem contato, combinando facial, íris e veias, será padrão em 65% dos edifícios corporativos, enquanto drones e robôs de vigilância com sensores térmicos cobrirão áreas extensas em agronegócio e propriedades rurais. Em 2026, o uso de rádios POC e bodycams conectadas crescerá 20%, promovendo mobilidade segura em equipes de campo. Ademais, modelos de Segurança como Serviço (SaaS) democratizarão o acesso, reduzindo barreiras de investimento inicial para PMEs.
Em resumo, o mercado de segurança eletrônica brasileiro em 2025 não é apenas reativo, mas proativo, guiado por tecnologias que democratizam a proteção. Para profissionais e empresas, é essencial navegar em transformações e capturar oportunidades em um setor que, segundo estimativas, pode gerar mais de 100 mil empregos qualificados até o final da década.
Esse conteúdo é uma curadoria da RX, para saber mais acesse aqui.
